1 hotel south miami beach

Estou quase, apenas quase mudando um pouco de ideia com relação a Miami. Já estive na cidade muitas vezes e depois de um hiato de 20 anos, em Abril de 2015 voltei à Miami e continuei achando tudo muito bléh.

Já dessa vez pude escolher o hotel e fui parar em South Miami Beach o que fez a maior diferença e o escolhido foi o 1 Hotel. Já aviso, amei o hotel, amei as piscinas, a praia e o serviço, será enxurrada de fotos! Vem comigo que o post é longo.

Ahhh cliquem nas fotos que elas abrirão uma galeria grandona e linda <3

O lobby.

O lobby é lindo e grande com vários pequenos ambientes com sofás super confortáveis, todo fim do dia rola música ao vivo e drinks no bar ao fundo, tipo amor eterno. Também tem uma floricultura incrível, uma loja multimarcas de roupa e uma cafeteria, a Native Made ótima para quem quer um lanche no meio do dia ou um café da manhã mais rápido, tudo num esquema comida saudável.

No restaurante Beachcraft anexo ao lobby são servidas refeições desde o café da manhã sistema buffet, ultra completo e delicioso até o jantar.

O quarto.

O quarto que fiquei foi o The King Bed with Balcony, com vista para a cidade portanto um pouco mais barato que os com vista para o mar. A decoração toda em tons de cru e areia deixa o ambiente super confortável, o quarto é super espaçoso com ambiente de estar, trabalho e a área da cama, além de um closet bem espaçoso para duas pessoas. Cama e travesseiros ótimos, acústica do quarto perfeita, mesmo com festa e barulho de trânsito não se escuta nada. O banheiro com chuveiro separado da banheira, pia e espelhos grandões ótimos pra fazer maquiagem.

Os amenities eram todos em tamanho gigante o que eu acho particularmente divino, é um saco brigar com mini tubos de shampoo e sabonetes microscópicos, além de ser ecologicamente mais correto. O hotel inteiro tem essa vibe sustentável. No quarto não existe blocos de papel e pastas de cardápios por exemplo. Toda a comunicação é feita através de um smartphone que conecta todos os serviços do hotel. O frigobar é super completo com champagne Taittinger por exemplo, cafeteira Nespresso e torneira de água potável, além de uma seleção muito boa de snacks saudáveis.

As piscinas.

São 3 piscinas no hotel. Uma situada no rooftop, nessa a idade mínima para frequentar é 21 anos, conta com um bar e restaurante de sushi e aceita convidados, então se você quiser passar o dia sem ser hóspede do hotel é uma boa pedida. Pra quem viaja sem crianças e quer sossego é ideal.

A piscina principal fica no vão central do hotel é enorme e linda, nessa crianças são liberadas, conta com vários bangalôs e ambientes com espreguiçadeiras, lá também fica o The Sand Box, restaurante de saladas, sanduíches e pratos rápidos pra quem quer almoçar na piscina. E por fim a terceira piscina em raia para quem quer praticar natação fica num nível entre a praia e a piscina principal e tem mais um restaurante ao lado dela.

Águas aromatizadas, toalhas, protetor solar estão à disposição de todos os hóspedes em todas as piscinas. Eu amei o serviço, achei super presente sem ser invasivo sabe? E na alta temporada mesmo você sendo hóspede é bom solicitar reserva de espreguiçadeira porque fica bem cheio e o esquema lá é mega organizado, só senta depois de dar o número do quarto para a equipe de piscina.

A praia.

O serviço de praia funciona mega organizado também, tem área destinada para as crianças com brinquedos e sombra para os menores. De hora em hora servem refrescos de cortesia e tem um cardápio legal de drinks e comidinhas. O hotel tem também uma faixa de areia interna com quadra de volei, futebol, mais espreguiçadeiras, chuverões de água doce e redes para fazer vários nadas <3

Depois de tudo isso eu até comecei a gostar um pouquinho de Miami!! hahaha Eu fiz essa viagem sem filhos mas indico muito esse hotel para quem viaja com crianças, tem muitas atividades para toda a família e com certeza todos aproveitarão muito.

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Várias pessoas me perguntam como faço pros meninos gostarem de museus, sinceramente, não sei. Simplesmente compro as entradas e os deixo bem livres, não imponho trajeto nem fico dando muitas explicações sobre arte. Tipo aprender por osmose, sabe? Também não considero museus de cera, do acredite se quiser e afins museus (de verdade).

Selecionei quatro museus em NYC que considero mais fáceis para crianças e até pré adolescentes, meu caso no momento.

Como regra geral consultem sempre os sites para verificar os dias em que os museus e parques fecham antes de programar a visita!

Cooper Hewitt

O Cooper Hewitt é um museu de design que faz parte da Smithsonian Institution o maior complexo de museus e pesquisas do mundo. Ele está instalado na antiga mansão de Andrew Carnegie um industrial do aço e filantropo. Esse museu é incrível porque mostra o design em várias frentes, arquitetura, objetos, moda, artes gráficas que são assuntos bem cotidianos e fáceis para as crianças. Espalhadas por todo o museu ficam mesas digitais onde podemos interagir, criar objetos e salvar tudo isso numa caneta digital. Nessa caneta também podemos salvar os códigos de todas as obras que mais gostamos para depois acessar o site do museu e ter informações complementares. Várias obras são interativas e dependem do visitante para existir. Além das que podemos também levar uma parte para casa. O jardim do museu é lindíssimo e ótimo para descansar e tomar um sorvete no verão. É um museu que está super adequado à realidade online das crianças hoje em dia. E tinindo de novo, as obras de reforma terminaram em 2015.

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Jardim lindo do Cooper Hewitt

Guggenheim

Esse é o meu xodó, a começar pelo prédio lindo projetado por Frank Lloyd Wright, com o volume redondo branco enorme ícone de NYC. É um museu pequeno comparado com o Metropolitan por exemplo. Tem clássicos como: Picasso, Kandinsky, Monet, Cézanne, Gauguin, Miró, Manet entre outros mas em pequenas quantidades o que é ótimo pois não cansa as crianças e a forma peculiar de fazer a visita também é outro ponto positivo. Entre no hall central da rotunda, pegue o elevador e suba até o último andar, comece a visita por cima e vá descendo a rampa espiral entrando nas pequenas salas adjacentes e descobrindo todas essas obras do acervo permanente. Nas paredes da rampa ficam na maioria as obras de mostras temporárias. Pra quem tiver pouco tempo e não quiser ver as obras, entre ao menos no hall principal, não paga nada, tem banheiro e wifi, aproveite e olhe pra cima, a rotunda de vidro é linda e você terá ao menos conhecido um projeto de um grande arquiteto!

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O lindíssimo vão central com a rotunda de vidro

Whitney Museum

O Whitney fica no Meatpacking District num prédio lindo e novo projetado pelo Renzo Piano. É amplo e iluminado, super agradável de passear por ele, os elevadores são gigantescos! Renzo projetou esse edifício com vários terraços com escadas externas e muitas obras de arte estão neles, então o programa aqui é subir tudo pelas escadas externas aproveitando a vista do bairro e do rio Hudson. As obras do Whitney são dos séculos 20 e 21 de artistas americanos, então é um museu bem dinâmico e interessante para as crianças, tem esculturas, pinturas, instalações e fotografias. E juntar o museu com uma caminhada na Highline até chegar ao Chelsea Market é perfeito.

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Um museu cheio de painéis de vidro e amplitude

Brooklyn Museum

O museu do Brooklyn é enorme e impossível conhece-lo todo numa única visita ainda mais com crianças pequenas mas conta com uma curadoria de obras contemporâneas ótima e dinâmica, salas e obras interativas muito legais. No quarto andar ficam um conjunto de 23 ambientes de casas americanas perfeitamente decorados, são do século 17 ao 20, é bem incrível. E ele também tem uma galeria só de arte feminista ótima. Além de várias obras com um engajamento politico mais forte. Nos emocionamos algumas vezes durante a visita. O café do museu é muito bom também. Para terminar o passeio e desopilar as crianças, o Brooklyn Botanical Garden fica ao lado e é maravilhoso para as crianças correrem sem rumo e darem um pouco de descanso pra nós.

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Obras dinâmicas e coloridas no Brooklyn

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O primeiro pedido de passeio em Londres dos meninos (Pedro e André) foi visitar os estúdios da Warner Bros. onde a série de filmes Harry Potter foram filmados e guarda grande parte do arquivo de objetos, cenários, maquetes e desenhos.

Os estúdios ficam localizados em Watford à cerca de 20 milhas ao norte de Londres e o acesso é muito bom e prático se forem feito de trem. Os ingressos devem ser comprados e agendados no site da Warner Bros. Aconselho a pesquisar datas para a visita assim que sua viagem à Londres se confirmar. O passeio é bem concorrido e não raro os ingressos se esgotam.

Optamos por ir de trem, da Euston Station até Watford Junction, cerca de 45 minutos e de lá pegar um dos shuttle bus até os estúdios, o ônibus custa £2,50 (valor de janeiro 2014) o ticket de ida e volta e a compra é feita na hora com o próprio motorista.

Funciona super bem, os ônibus saem a cada 20 minutos e eles aconselham chegar em Watford Junction 45 minutos antes do seu horário de entrada para o passeio.

O Tour

O tour começa pelo Salão Comunal e depois segue um percurso passando por cenários, exposição de figurinos, objetos de cena. Pode-se tirar fotos em chroma key de várias passagens dos filmes.

Harry Potter

Harry Potter

A decoração do Salão Comunal era toda natalina, visitamos logo após o Natal

Harry Potter

Os figurinos lindos do baile

Harry Potter

Figurinos da Diretora Dolores Jane Umbridge

Harry Potter

Cenários decorados para o Natal

Harry Potter

O Beco Diagonal

Harry Potter

A casa da Rua dos Alfeneiros

Harry Potter

A casa da família Potter

Harry Potter

O túmulo daquele que não deve ser nomeado

Harry Potter

A incrível maquete do Castelo de Hogwarts

Harry Potter

 

Não há limite de tempo para cumprir o percurso o que é bem legal para os super fãs de Harry Potter e ótimo para famílias com crianças pequenas ou não tão pacientes.

Na saída tem uma grande loja de produtos da franquia, um starbucks e um restaurante para refeições rápidas.

E para quem quer passear à pé nesse post Harry Potter em Londres conto como foi o tour que fizemos em junho de 2016.

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