Museus em Milão, pedi para minha amiga Mariana Marchioni que mora na cidade uma ajuda para esse post. O que ela me enviou ficou tão sensacional que publico aqui na íntegra.

Milão, cidade da arte.

Muitas vezes a gente escuta que Milão se conhece em um dia e meio… Eu até entendo que a Itália tem tantas atrações que os roteiros acabam espremidos, mas pode ter certeza que se tiver mais tempo para dedicar a Milão, terá muito o que fazer! Como capital financeira e da moda na Itália não faltam atrações, principalmente ligadas a atividades culturais.

Para quem tem 1 dia e meio em Milão eu recomendo como primeira opção a Última ceia de Leonardo da Vinci, a visita dura 15 minutos e não tem preço ver ao vivo uma obra como esta. Pode reservar no Viva Ticket ou comprar em agência de turismo (custa mais caro). Depois vem a Pinacoteca di Brera, é aquele museu que a gente espera de uma visita a Itália. Cheio de obras clássicas com destaque para a obra Il Bacio de Francesco Hayez. Ainda nesse tom tem a Pinacoteca Ambrosiana, vale a pena pela arquitetura linda e a sala dedicada a manuscritos do Leonardo da Vinci.

Última ceia de Leonardo da VinciÚltima ceia de Leonardo da Vinci – foto: Milão nas Mãos
pinacoteca de brera milãoPinacoteca de Brera – foto: Milão nas Mãos

Na praça do Duomo tem o Museo del 900 reunindo obras italianas do Século XX. Eu adoro esse museu, me lembra um mini MoMa (NY)! Até 15 de Maio 2017 está rolando uma mostra com a visão de Andy Warhol sobre a Última ceia, programão para depois de ter visto a original. Grudado no 900 tem o Palazzo Reale, um espaço para mostras temporárias, sempre com algo muito legal em exposição. Agora, por exemplo, tem Keith Haring, Charlotte Salomon (artista alemã), Os Santos da Itália, uma mostra sobre jóias italianas patrocinado pela joalheria Damiani e a mais esperada da temporada, a mostra Manet em colaboração com o Museu D’Orsay (Paris).

museus em milão museo del 900Museo del 900 – foto: Milão nas Mãos

Saindo do centrinho um outro espaço para mostras temporárias que tem sempre algo legal é o MUDEC (Museo delle Culture), que agora tem Kandinsky e uma mostra de dinossauros que faz a alegria das crianças. Ainda para eles (mas eu adoro) tem o museu da ciência de Leonardo da Vinci, com uma parte legal de trens e barcos antigos. Especifico para crianças tem o MUBA (Museo dei Bambini Milano) eu visitei a atividade proibido não tocar e foi uma diversão para meu filho de dois anos! Nesse museu vale a pena verificar a programação porque depende da idade e tem horários pré-estabelecidos.

Se você gosta de moda não pode deixar de ir na Fondazione Prada, com mostras permanentes e temporárias. No Armani Silos, para ver a história da marca do estilista que nasceu próximo de Milão. Também vale a pena passar na 10 Corso Como, concept store idealizada pela irmã da Franca Sozzani, Carla Sozzani. Que tem um espaço para exposições no último andar.

10 corso como10 Corso Como – foto: Milão nas Mãos

Para os amantes do design tem a Triennale di Milano, com uma mostra de design infantil, a visão de designer italianos para o cálice sagrado e o design em Hong Kong. Para arquitetura e arte vale visitar a lindíssima Villa Nechi Campiglio, que foi cenário do filme Io sono l’amore com a atriz Tilda Swinton. E para ver arte moderna e contemporânea tem o Hangar Bicocca, fica fora do centro mas facilmente acessível de metro. Quem for ainda este mês vai ver uma intervenção dos nossos brasileiríssimos Osgêmeos!

villa necchi campiglioVilla Necchi Campiglio – foto: Milão nas Mãos
pirelli hangar bicoccaPirelli Hangar Bicocca – foto: Mariana Marchioni 
pirelli hangar bicoccaPirelli Hangar Bicocca – obra incrível Osgemêos- foto: Mariana Marchioni 

E eu paro por aqui mas garanto que ainda tem coisa que não citei e que mesmo morando na cidade, admito que não consegui visitar ainda… Ou seja, quem puder ficar em Milão mais tempo sem dúvida não vai ter problemas para achar programação.

Bônus Track

Entrem em contato com a minha amiga Magê Santos do blog Milão nas Mãos. Ela pode te acompanhar em passeios guiados e exclusivos por Milão e arredores, como o Lago de Como e a região de Franciacorta entre outros.

Para a programação completa dos museus em Milão, endereços e outras informações:

Pinacoteca di Brera http://pinacotecabrera.org/

Pinacoteca Ambrosiana http://www.ambrosiana.eu/cms/

Museo del Novecento http://www.museodelnovecento.org/it/

Palazzo Reale http://www.palazzorealemilano.it/wps/portal/luogo/palazzoreale

MUDEC http://www.mudec.it/ita/

Museo della Scienza Leonardo da Vinci http://www.museoscienza.org/

MUBA http://www.muba.it/

Fondazione Prada http://www.fondazioneprada.org/

Armani Silos https://www.armanisilos.com/it_IT

10 Corso Como http://www.10corsocomo.com/

Triennale http://www.triennale.org/

Villa Necchi Campiglio http://www.visitfai.it/villanecchi/

Pirelli Hangar Bicocca http://www.hangarbicocca.org/

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No nosso segundo dia de passeios em Sevilla deixei as visitas mais rápidas e bastante tempo para caminhar pelas ruas de diferentes bairros.

Plaza de España

Começamos o dia visitando a Plaza de España e o enorme edifício semi-circular construído por ocasião da Exposição Ibero-Americana de 1929. Infelizmente o canal estava em trabalhos de limpeza e os barquinhos de passeio fora de serviço.

Hoje no edificio funcionam departamentos do governo. Em sua fachada estão representadas todas as províncias espanholas. As 4 pontes que atravessam o canal simbolizam os 4 antigos reinos que deram origem ao que hoje é a Espanha. Não deixem de passear pelo lindo parque Maria Luiza onde a praça está situada.

Para os fãs de cinema a praça foi locação de Laurence da Arábia e Star Wars!

Arquivo das Índias

O prédio em estilo renascentista é tombado pelo patrimônio histórico da UNESCO teve sua construção iniciada em 1572 e finalizada em 1646. Inicialmente a Casa Lonja de Mercadeiros era o ponto principal das transações comercias da Espanha com o novo continente, a bolsa de valores da época. Só em 1785 o Arquivo Geral das Índias passa a ocupar o edifício. Abrigando toda a documentação histórica sobre a Espanha e suas colônias. Tesouros como o Tratado de Tordesilhas e o Diário de Cristovão Colombo são só uma pequena amostra da importância desse arquivo.

A entrada é gratuita e a visita passa pelas salas mais bonitas do edifício, foi uma visita emocionante. Vi documentos que relacionavam palavras indígenas brasileiras ao correspondente espanhol, a reprodução do Tratado e vários outros documentos. Pensar que aquilo tudo faz parte da nossa história é incrível.

Todo o arquivo pode ser consultado digitalmente e os originais ficam protegidos da ação do tempo.  E passam constantemente por processos de restauração e preservação.

Mercado Lonja del Barranco

Após visitar o Arquivo fomos caminhando até o Mercado Lonja del Barranco que fica na Ponte Isabel II por onde atravessamos para o bairro de Triana.

Aqui nesse post Restaurantes em Sevilla – 5 ótimas opções falo em detalhes sobre o mercado.

mercado lonja del barranco sevilla

Bairro Triana

Após o almoço passeamos pelo bairro boêmio de Sevilla. A Calle San Jacinto é cheia de cafés, restaurante e lojas, bem gostoso passear por ali. Já na Calle Bettis às margens do canal é uma ótima opção para curtir tapas e drinks no fim do dia. O visual de Sevilla vista desse ponto é lindo.

passeios em sevilla bairro triana

Plaza del Toros e arredores

Depois de Triana seguimos para a Plaza del Toros, apenas passeamos por fora e só conhecemos o hall de entrada. Não concordo com o “esporte” portanto não paguei para entrar num recinto que por séculos foi palco de maus tratos animais.

Já as ruelas ao redor da Plaza são bem interessantes, muitos galpões e depósitos foram transformados em lojas charmosas e escritórios. Pra quem gosta de explorar é um prato cheio.

plaza del toros sevilla

Setas de Sevilla

Depois da Plaza seguimos para o Setas de Sevilla também conhecido como Metropol Parassol. A maior estrutura de madeira do mundo. Ele em si impressiona mais nas fotos do que pessoalmente. Mas o passeio valeu porque andamos por ruas menos turísticas e pudemos sentir mais o clima da cidade.

No subsolo do Setas existe uma escavação onde foram descobertas ruínas romanas. E construções islâmicas, o espaço está bem bonito e vale visitar.

Passeios em Sevilla é o que não faltam, esse foi um bom roteiro para ter um apanhado geral da cidade. Voltarei certamente e numa estação mais quente para aproveitar bem as tapas e tragos.

 

 

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No nosso primeiro dia de passeio em Sevilla concentrei as atrações mais importantes da cidade e as que nos tomariam mais tempo de visita, assim os outros dias foram mais descompromissados e com isso pudemos ficar de bobeira passeando pelas ruas da cidade.

Real Alcázar de Sevilla

Começamos o dia no enorme e lindo Real Alcázar de Sevilla. As entradas podem ser compradas no site e existem duas opções: A VISITA GENERAL AL ALCÁZAR DE SEVILLA e a VISITA COMBINADA CON CUARTO REAL ALTO. Sugiro a compra antecipada para evitar as filas, principalmente no verão e ter mais opções de agendamento de horário.

Optei pela segunda opção, o Quarto Real é maravilhoso e a entrada super rigorosa, o horário é marcado, não pode entrar com bolsas e mochilas, eles tem armários guarda volumes na entrada.

Infelizmente dentro dos aposentos não podemos fotografar nem filmar, uma pena. Os seguranças que nos acompanham chegam a ser até grosseiros no trato com os turistas de tão rigorosos. Mas é lindo e vale a visita.

Reservem em torno de três horas para a visita ao complexo, ele é enorme e vale a pena passear pelos jardins lindos além do conjunto de palácios.

Após o Alcázar fizemos uma pausa para o almoço no El Pintón. Escrevi sobre ele nesse post Restaurantes em Sevilla – 5 ótimas opções. 

Catedral de Sevilla – La Giralda

A Catedral gótica impressiona não só pelo seu tamanho, é a maior da Espanha, mas pela mescla de várias épocas numa mesma construção. Ela foi erguida no local da Antiga Mesquita Alfama de Sevilla. O folheto que recebemos na entrada mostra todas as fases construtivas do complexo.

O Pátio dos Naranjos foi o jardim da antiga Mesquita, no centro dele uma linda fonte visigoda. E distribuídas pelo pátios várias outras pequenas fontes. Prestem atenção no desenho do piso do pátio, são canais interligados para o perfeito escoamento de água.

La Giralda, como é conhecida a torre do campanário era o antigo minarete da Mesquita. A subida é bem tranquila, essa torre tem corredores largos e o acesso é por rampas, construída assim para que os guardas pudessem subir a torre montados em seus cavalos. A vista que sem tem da cidade é maravilhosa.

Para conhecer a Catedral reserve pelo menos 1:30 h. Ela é rica em detalhes e passar um tempo no pátio descansando antes de continuar o passeio pela cidade é ótimo.

 

 

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– INSIDERS – trás a cada semana um convidado diferente, mostrando o lado pouco conhecido das cidades onde vivem ou visitam.-

O Banco de Materiais do Porto é um lugar precioso que poucas pessoas sabem da sua exitência e da sua importância. Nem mesmo os locais. Funciona como se fosse um museu ou uma biblioteca de azulejos. Tem alguns tesouros ali guardados, mas que podem ser utilizados pelos cidadãos.

A função deste Banco de Materiais é a seguinte: os técnicos da prefeitura da cidade, fiscalizam edifícios em estado de degradação ou vazios, e recuperam os azulejos das fachadas, a fim de preservar o patrimônio da cidade.

Estes azulejos ficam expostos no Banco de Materiais do Porto para quem quiser apreciar. Os turistas são os principais visitantes do local e tem o privilégio de encontrar exemplares belíssimos feitos inclusive de maneira bastante artesanal.

banco de materiais do porto

A grande maioria fica armazenada como se fossem livros numa biblioteca. Onde o primeiro exemplar está exposto e os demais estão guardados numa grande gaveta…

banco de materiais do porto

Eu sou uma fã incondicional dos azulejos portugueses e depois que descobri a existência desse Banco de Materiais, nunca perco a oportunidade de sempre dar uma passadinha por lá para dar uma olhada. Porque existem inúmeros exemplares para serem apreciados.

banco de materiais do porto

Se algum dono de algum edifício que utiliza azulejos semelhantes aos que estão ali guardados e comprovar que precisa deles para restaurar a sua fachada pode levá-los sem nenhum custo.

Isto é um serviço de preservação de patrimônio, que a prefeitura do Porto presta à cidade que tem um verdadeiro orgulho pelas suas fachadas de azulejos.

Mas não são só eles que estão guardados no Banco de Materiais. Muitos exemplos de grades de ferro forjado das varandas e estuques lindíssimos estão ali expostos.

banco de materiais do porto

Quem ganha é a cidade e os turistas que podem conhecer o Banco de Materiais e o seu fantástico acervo. Um autêntico museu de azulejos.

Informações

E o melhor: a entrada é gratuíta.

Abre de 2ª à 6ª das 10 às 12 h e das 14:30 às 17:30 h

Fica na Praça Carlos Alberto, 71 no centro do Porto

Foi a descoberta do Banco de Materiais do Porto e a minha paixão por azulejos que me inspiraram para criar o passeio cultural que faço pela cidade que se chama Passear e “azulejar”.

Nele, em parceria com uma ceramista, fazemos uma passeio pela cidade com turistas brasileiros, mostrando alguns dos exemplares dos paineis de azulejos do Porto e logo a seguir, um workshop, onde o participante aprende a pintar o seu próprio azulejo para levar de recordação na bagagem.

Conheça mais sobre o Passear e “azulejar”: AQUI

Rita Branco

Sou paulista, filha de portugueses e moro na cidade do Porto há 11 anos. Adoro esta cidade e adoro viajar. Além do O Porto encanta, faço roteiros personalizados de viagens para o Porto, região Norte e/ou Portugal. Além de acompanhar turistas brasileiros, leitores do meu blog por passeios culturais pelo Porto. São os Passeios com Sotaque Brasileiro.

Podem acompanhar o blog pelas nossas redes sociais Instagram: @oportoencanta, Facebook: O Porto Encanta e Snapchat: oportoencanta

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– INSIDERS – trás a cada semana um convidado diferente, mostrando o lado pouco conhecido das cidades onde vivem ou visitam.-

Hampstead fica no noroeste de Londres e é um passeio super legal pra quem já conhece os principais pontos turísticos da cidade.

hàampstead street london

O vilarejo de Hampstead foi incorporado à Grande Londres no século 19, mas até hoje mantém um ar bucólico de cidadezinha do interior.

Não fiz um mapa pois o melhor é “se perder” pelas ruas e becos do bairro. Comecei na estação de metrô de Hampstead (linha Northern).

Subindo a rua você encontra o Holly Mount Steps, uma escadaria que dá, adivinhem, na Holly Mount, uma espécie de colina de onde você tem uma vista bem interessante da cidade.

As casas no caminho e no topo são lindas e você pode matar a sede e dar uma descansada da subida (nem é tanto assim, mas vale a desculpa) no Pub The Holly Bush.

Subindo mais um pouco pelas ruas você encontra a Fenton House.  A casa é uma espécie de museu (tem que pagar pra entrar) que guarda uma coleção de instrumentos musicais antigos, peças de porcelana chinesa e muitas pinturas. No jardim tem um pomar de mais de 300 anos com cerca de 30 tipos diferentes de macieiras.

Voltando para a rua do metrô, você encontra várias lojas, cafés, restaurantes e becos super charmosos.

Entrei na Flask Walk, uma rua de pedestres onde você pode sentir que o ar de vilarejo do bairro ainda continua preservado. Lojinha de antiguidades, livros e quinquilharias. É claro que tem um Pub também – The Flask.

The Wells and Camden Wash Houses and Baths 1888 – as casas da era vitoriana não tinham banheiro e nem água encanada então os moradores de Hampstead vinham aqui para lavar as roupas, tomar banho e até abastecer de água pra beber. Virou prédio de apartamentos em 1985.

Fui conhecer a Burgh House and Hampstead Museum, uma casa construida em 1704, durante o reinado da rainha Anne, e que foi uma das primeiras mansões da área.

Hoje é um museu que conta a história do bairro e também tem uma pequena galeria de arte e um café. O museu é grátis e fica aberto de quarta à sexta e aos domingos, de 12h às 17h. O café abre também aos sábados.

Se continuar subindo pelas ruas, você chega no Hampstead Heath, um parque enorme, mas eu voltei para explorar mais a rua principal e seus becos lindinhos e comer o famoso crepe que, dizem, só não é mais gostoso que os de Paris porque você não está em Paris.

“La Crêperie de Hampstead” é uma típica creperia francesa, que funciona num trailler, e que ficou famosa desde que se estabeleceu permanetemente no local, em 1980. Filas se formam pra provar os deliciosos crepes, ainda mais agora que só abre de sexta a domingo, das 11h às 23h. Cheguei cedo e fui a primeira a ser atendida!

Meu veredito: faltou recheio (me lembro que ficava toda lambuzada na primeira mordida), a massa estava meio chiclete e a moça meio ranzinza, faltou um sorriso e simpatia no atendimento. Infelizmente muitos lugares matêm a fama, mas não a qualidade!

O mercadinho comunitário se mistura às lojas e cafés chiques da rua principal de Hàampstead. Essa linda casinha na Perrin’s Court chama a atenção de quem passa por ali.

A famosa cabine telefônica, ícone da capital inglesa, virou um café! O Umar, que é meio alemão e meio paquistanês, me contou que muitas cabines estão à venda, mas ele aluga a dele e fez o primeiro “café na cabine” de Londres.

O Kape Baraco foi inaugurado há pouco mais de um ano e abre de terça à sexta, das 8h às 16h (18h no verão). Seu passeio pode terminar por aqui, em algum outro café ou restaurante, depois de fazer umas comprinhas.

Você pode, também, visitar o museu do Freud que fica a cerca de 10 minutos a pé da creperia.

20 Maresfield Gardens, London NW3 5SX – quarta a domingo de 12h às 17h

Ou você pode simplesmente sentar num banco, refletir sobre esse bairro tão gostoso, que mistura uma paisagem pitoresca com prédios históricos e lojas modernas, e pensar que Londres é muito mais que o Big Ben!

Tina Wells

Meu nome é Tina Wells, carioca, londrina! Moro em Londres há mais de 20 anos e sou autora do blog Londres Pra Você. Jornalista por formação, guia de turismo por opção, faço passeios guiados pela Terra da Rainha. Você pode me seguir nas redes sociais (Instagram, Facebook, Twitter) e no Snapchat como londrespravoce. Vem passear comigo em Londres!

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