Nem cheguei direito de viagem e já fui pesquisar receita de pão pita grego e tzatziki para fazer em casa. Fui em dois supermercados e encontrei apenas as variedades de pães pita árabes que são completamente diferentes do pita grego, portanto a saída é fazer em casa.

O tzatziki nada mais é do que iogurte e pepino bem temperados, pode ser usado como molho de salada se vc fizer ele numa consistência mais liquida. ou como patê para comer com o pita.

As duas receitas são super simples e rápidas para fazer nos finais de semana calorentos que pedem comidas leves e refrescantes.

Pão pita grego

Ingredientes:

10 gr fermento biológico seco

1 xícara de chá de água morna

4 colheres de sopa de azeite extra virgem

4 colheres de chá de açúcar

3 xícaras de chá de farinha de trigo

2 colheres de chá de sal

Modo de preparo:

Misture o fermento com a água, aguarde 5 minutos até o fermento dissolver bem, acrescente o azeite e o açúcar, mexa. Acrescente a farinha e o sal e sova com as mãos até obter uma massa homogênea, aproximadamente 5 minutos.

Cubra a tigela com um pano e deixe descansar por 1:30 dentro do forno desligado.

Divida a massa em 12 bolinhas iguais. E deixe crescer por mais 30 minutos coberto com um pano.

Abra cada porção em círculos de cerca de 20 cm de diâmetro. Faça furos com um garfo em um dos lados.

Aqueça uma chapa ou frigideira antiaderente em fogo alto, unte com algumas gotas de azeite. Abaixe a temperatura do fogo e asse as pitas por aproximadamente 4 ou 5 minutos de cada lado. Até ficarem bem douradas. 

Tzatziki

Ingredientes:

3 potes de iogurte grego (usei o Yorgus)

1 pepino japonês médio com casca, ralado em ralador grosso

1 dente de alho pequeno bem picado

2 colheres de sopa de hortelã picada

Sal à gosto

2 colheres de sopa de Azeite

Pimenta do reino moída na hora à gosto

Suco de meio limão

Modo de preparo:

Rale o pepino com casca no ralador grosso, coloque-o num pano de prato limpo e deixe drenar o excesso de água.

Forre uma peneira com filtro de papel de café, coloque o iogurte para drenar por aproximadamente 1:30 h.

Após drenar o iogurte e o pepino misture-os aos demais ingredientes.

Sirva o tzatziki gelado como acompanhamento do pão e de vegetais crus, bastões de pepino, cenoura e aipo.

Para completar compre um bom pedaço de queijo feta, corte em cubos, regue com azeite e orégano. Aproveitei as azeitonas que trouxe de Zakynthos e servi junto.

A receita do pão eu achei no blog Cozinha da Grega e detalhei um pouco mais o modo de preparo.

Pão pita grego Pão pita grego Pão pita grego Pão pita grego tzatziki tzatziki tzatziki

Follow:

Finalmente minha lista de restaurantes na Liberdade com opções que vão muito além do básico sushi e temaki de salmão para você conhecer melhor essa culinária tão deliciosa.

Sabe o que é Teishoku? É uma refeição completa composta por vários pratos em pequenas porções. Fazem parte: conservas de vegetais, missoshiro, sashimi, arroz, peixes grelhados, tempurá, somen, saladas diversas. Normalmente os restaurantes selecionam 5 a 6 pratos para serem servidos e o cliente pode escolher o tipo de grelhado. É o PF japonês e se ele consta do cardápio é sempre ele que escolho.

O karê é o curry japonês. Um molho bem condimentado e encorpado que pode ser feito com base de vegetais e carne ou apenas vegetais. O karê é servido acompanhando alguma milanesa empanada com panko, aquela farinha que deixa o empanado bem crespo e crocante, arroz e salada. Eu sempre peço as opções com frango ou camarões mas tem de vegetais, peixe, carne de porco ou carne vermelha

Febre do momento, lamem ou ramem é composto de um caldo, um molho, uma massa tipo macarrão, vegetais e carnes. Totalmente customizável podemos escolher o tipo de caldo, massa e acompanhamentos, é servido numa tijela grande e considerado uma refeição rápida e completa.

Teppan também é uma opção deliciosa para variar o peixe cru. São grelhados de peixe, frango ou carne vermelha servidos numa chapa de ferro quente e acompanhado de legumes e vegetais salteados.

Durante a terceira edição do Japão.BR (leia esse post) conheci mais lugares incríveis na Liberdade e vou aproveitar para juntar todos nesse post. O Japão.BR é uma iniciativa da Patricia Takehana com apoio do Bunkyo para divulgação e preservação da cultura japonesa, foram três dias visitando museus, centro culturais, restaurantes e outros tantos pontos na cidade de São Paulo que teve forte influência japonesa.

São muitas as opções japonesas e chinesas no bairro, vou me limitar aos restaurantes japoneses nessa lista. A rua Tomás Gonzaga concentra a maioria deles, então se estiver perdido pelo bairro sem saber onde almoçar vá para ela e faça sua escolha.

Komei: O Komei é especializado em karê, o curry japonês. No cardápio constam opções de entradas e lamem também mas a minha indicação é ir para comer karê, super bem condimentado, as milanesas estavam ótimas, bem crocantes. As porções são bem generosas, em alguns casos podem ser divididas. O Komei nos recebeu durante a 3a. edição do Japão.br.

Onde: Rua Thomaz Gonzaga, 65

Yamaga: O Yamaga é um dos restaurantes mais antigos da Liberdade, com cardápio tradicional e opções de Teishoku. Peixes sempre muito frescos e extremamente bem cortados. Várias marcas de cervejas japonesas também estão no cardápio.

Onde: Rua Thomaz Gonzaga, 66

Kazu Cake: O café e doceria do restaurante Kazu está todo reformado e lindo. O Kazu Cake é uma opção deliciosa para um doce e café à tarde ou para a sobremesa após o almoço em algum dos restaurantes do bairro. Eles servem os doces em dois tamanhos, o que é ótimo para quem quer experimentar vários tipos. Eu particularmente adoro os doces feitos em estabelecimentos japoneses porque são menos doces e mais leves do que estamos acostumados a consumir no Brasil. Os pães salgados fabricados no Kazu também são excelentes.

Onde: Rua Thomaz Gonzaga, 90

Ramen Ikkousha: No Ikkousha o TONKOTSU, caldo feito a partir dos ossos do porco, é feito na casa assim como a massa do ramen. O cliente pode montar ao seu gosto escolhendo o caldo, molho, grau de pimenta e complementos.

Onde: Rua Thomaz Gonzaga, 45

restaurantes na Liberdade

Lamen Kazu: Do mesmos donos do Espaço Kazu em frente, aqui o restaurante é dedicado ao Lamen, caldos e molhos preparados na casa de forma tradicional.

Onde: Rua Thomaz Gonzaga, 87

Sushi Yassu: Desde 1972 a família serve teppans deliciosos e teishoku que mudam diariamente no menu do almoço. No balcão os sushis e sashimis são sempre ótimos e clássicos.

Onde: Rua Thomaz Gonzaga, 98

Samurai: O Samurai é outro restaurante bem familiar, já está na sua terceira geração, a história divertida é que ele começou servindo comida brasileira para a comunidade japonesa do bairro mas devido tantas exigências dos clientes para incluir itens das refeições japonesas acabou se tornando um típico restaurante japonês da Liberdade. No andar de cima funciona uns dos mais concorridos karaokês do bairro. O Samurai nos recebeu durante a 3a. edição do Japão.br.

Onde: Rua da Glória, 608

restaurantes na Liberdade

Sushi Lika: Gosto de sentar no balcão e pedir os bentos servidos no horário do almoço, são bem completos e sempre acontece uma customização após uma conversa como sushiman.

Onde: Rua dos Estudantes, 152

Não é na Liberdade mas não posso deixar de indicar

Keito – Pub Kei: No segundo andar do Top Center na Avenida Paulista, em meio à fasfood e restaurantes duvidosos fica o Pub Kei, karê excelente, peixes maravilhosos e um dos melhores cardápios executivos da região. O segredo de um restaurante japonês tão bom e tradicional na Avenida Paulista é que o consulado do Japão fica no mesmo edifício.

Onde: Top Center Av. Paulista, 854

São Paulo Tokyo: Para não deixar de fora quem gosta de sushis típicos paulistanos aqui é o lugar, os combinados e rodízio são fartos e variados. O São Paulo Tokyo nos recebeu durante a 3a. edição do Japão.br.

Onde: Rua Borges Lagoa, 1172

restaurantes na Liberdade

restaurantes na Liberdade restaurantes na Liberdade restaurantes na Liberdade restaurantes na Liberdade restaurantes na Liberdade

Follow:

Até que enfim um post com a lista de cafés e restaurantes em Londres que eu gosto. Reuni aqui os que gostei e conheci nessa última viagem e os que já eu já conheço e gosto muito. Vamos ajudar a tirar a fama que comida em Londres é ruim.

Café da manhã, lanchinhos e cafés.

Attendant: Fica em Shoreditch, gostei tanto que tomei café da manhã quase todos os dias nele. Pães excelentes, cardápio de café ótimo. Ambiente delicioso e atendimento muito bom. Funciona também como opção para almoço ou lanchinho à tarde, tem mais dois endereços em Fitzrovia e Clerkenwell. Attendant

Doughnut Time: Uma janelinha numa esquina toda grafitada de Shoreditch. Muitos sabores mas o que gosto e provei é o tradicional só com sugar glaze, enorme, super macio e saboroso. São vários endereços espalhados pela cidade. Doughnut Time

Urban Baristas: Fui no que fica pertinho do Spitafields Market mas tem em muitos outros endereços, de fora a gente não dá nada mas o café é ótimo, as meninas atendentes uma simpatia e tem mesinhas na calçada. Tem uma seleção de pães doces e bolos bem boa. Urban Baristas

Mr Coffee & Mrs Cakes: Um caminhãozinho dentro do Spitafields Market, serve ótimos cafés, focaccias recheadas deliciosas além de canollis e aragostines perfeitos, ultra crocantes e saborosos. Mr Coffee & Mrs Cakes

Fernandez & Wells: Outro ótimo café pertinho do Victoria & Albert, os sanduíches e pães são maravilhosos, super frescos e lindos. Fernandez & Wells

Monmonth Coffee: Para comprar grãos ou cafés ótimos e bem tirados. A loja de Covent Garden é lindinha e minúscula, quase ao lado da entrada do Neal’s Yard. Monmonth

Maitre Choux: O paraíso para quem ama eclair ou a velha e boa bomba. Com os mais variados e coloridos recheios e coberturas que mais parecem jóias. Fica pertinho da estação South Kensington. Maitre Choux

Almoço e Jantar

Rochelle Canteen: Eleito por mim mesma como o mais lindo fofo ótimo almoço da viagem. Instalado no alojamento de bicicletas da antiga escola Rochelle, com mesinhas ao ar livre e um jardim encantador. Comida simples, bem feita e com ótimos ingredientes, serve do café da manhã ao jantar. Foi dica da Isadora que mora em Londres. Rochelle Canteen

Bancone: Um longo balcão, algumas mesinhas pequenas, o Bancone fica em Covent Garden e serve apenas massas. Todas fresquissímas feitas na casa diariamente e finalizadas na nossa frente nos fogões atras do grande balcão eles exploram as 21 regiões da Italia e o resultado é delicioso. Esse foi dica da Raquel Sol. Bancone

Sagardi: Entramos nesse restaurante basco especializado em carnes sem querer e porque a atendente nos falou que também serviam peixes e foi ótimo. A adega é maravilhosa, com ótimos vinhos e cavas. As carnes são preparadas numa grande churrasqueira à carvão no centro do restaurante. Os peixes também são preparados no fogo. Há uma seleção de vários acompanhamentos para escolher assim como tapas para o aperitivo. O atendimento foi super simpático e cordial. Sagardi

Floral by Lima: Outra opção em Covent Garden ótima para almoço. O Floral by Lima serve comida peruana muito saborosa e bonita no esquema de porções para compartilhar. Tem também menus econômicos no almoço. Floral by Lima

Cecconi’s: Fui na unidade de Shoreditch, pequena, charmosa e comida ótima, achei melhor do que o restaurante de Miami. Bom para almoço e jantar, tem um bar bacana para drinks antes de jantar. Cecconi’s Shoreditch

Comptoir Libanais: Comida libanesa sensacional e parecidíssima com as que comemos aqui no Brasil, fica pertinho do Victoria & Albert Museum, então ótimo para ir após visita-lo. Gosto de almoçar nele. Olhem no site, a rede tem cerca de 23 restaurantes espalhados por Londres e outras cidades do Reino Unido. Comptoir Libanais

HomeSlice: Fui na unidade que fica no Neal’s Yard, existem mais cinco espalhadas pela cidade. A pizza enorme de massa fina, assada em forno à lenha e super gostosa. O lugar é super simples, apertado e vive cheio mas é bem legal e gostoso. Homeslice

Byron Hamburguers: Apesar de serem rede com várias unidades por Londres os hambúrgueres são realmente ótimos. No cardápio tem opções vegetarianas, veganas e glúten free também além de algumas saladas. Byron

Bumpkin South Kensington: Gastropub super arrumadinho e de comida ótima em South Kensington. No cardápio, fish and chips, saladas, hambúrguer e pratos ingleses saborosos e bem feitos. Bumpkin

Chiltren Firehouse: Da série famoso, lindo e ainda bem, delicioso. Instalado numa antiga firehouse. Serve do café da manhã, excelente, até o jantar bem concorrido. O chef lisboeta Nuno Mendes montou um cardápio capaz de agradar todos. Acho uma delícia sentar no balcão de frente para os maravilhosos fogões de ferro. Chiltren Firehouse

La Petite Maison: O LPM não é nenhuma novidade mas eu adoro e a unidade de Londres é a primeira e está aberta desde 2007, fica numa Mews lindinha em Mayfair. A comida é francesa do mediterrâneo, portanto muitos peixes, frutos do mar e ingredientes frescos regados com muito azeite e limão, umas das melhores saladas Niçoise que já comi foi nele. Eu gosto dele para jantar. La Petite Maison

The Wolseley: Funciona do café da manhã até o jantar com um cardápio bem ao estilo brasserie, é uma ótima opção para nós turistas. O salão é lindo, todo revestido de madeira ebanizada, serviço de prata e grandes candelabros como os antigos Gran Cafés europeus. O chá da tarde deles é bem delicioso também. The Wolseley

Muriel’s Kitchen: Sabe aqueles lugares fofos, bem iluminados e alegres? A cozinha da Muriel é assim. Serve do café da manhã ao jantar, cardápio inteiramente orgânico e com todos os fornecedores são locais. Comida gostosa e tem um balção de bolos e doces divinos para acompanhar um café à tarde. Fica ao lado da estação de South Kensington e pertinho dos museus. Muriel’s Kitchen

Ottolenghi: Sou completamente apaixonada pelos livros de receitas do Yotam Ottolenghi, tenho alguns. Com 6 endereços em Londres é uma excelente opção para vegetarianos, muitas receitas dos livros se encontram nos incríveis buffets de saladas. A comida tem forte influência do oriente médio uma vez que Yotam é israelense, tudo muito temperado e saboroso. No cardápio também tem opções como frango, cordeiro e carne de bovina. Ottolenghi

Berners Tavern: Outro lugar famosinho mas tão lindo! O salão é forrado de quadros, pé direito alto e o teto todo trabalhado no gesso. Cardápio internacional com alguns clássicos ingleses e franceses, comida gostosa mas nada de extraordinário. O conjunto da obra que é legal, lugar lindo e comida boa. Ahh os drinks são ótimos. Berners Tavern

Os semi erros e erros completos

Nobu: Essa é a segunda unidade do restaurante Nobu em Londres e fica no Nobu Hotel Shoreditch onde me hospedei. Que decepção, apesar do atendimento simpático no começo e ambiente bonito acabou sendo bem traumático. Pedi os pratos sem pimenta, o garçom nos garantiu que não eram apimentados mas foi praticamente impossível terminar de comer as duas entradas. No pedido dos outros pratos tivemos que insistir muito para que não colocassem pimenta, foi bem desagradável. Erro completo!

Sketch: Se você quer tirar fotos do salão cor de rosa lindo e do banheiro de cápsulas brancas para seu feed do instagram vale a visita, os ambientes foram feitos para isso. Agora se você procura um chá da tarde delicioso melhor ir em outro. Logo no primeiro prato veio um fio de cabelo, sim, o terror de todo restaurante. Pediram uma desculpa leve e o fato passou batido. O restante do chá estava gostoso mas nada de extraordinário. Semi erro!

Bob Bob Ricard: Você sonha em ter a famosa foto do “Press for champagne”? Me pede que te mando de graça. Que restaurante ruim, tudo foi um erro. O atendimento mau humorado desde o início. Os drinks que pedimos chegaram depois de termos terminado as entradas. O frango à Kiev que pedimos conseguiu ser pior que o frango recheado congelado da sadia sabe? Erro completo!

Bonus Track

No andar térreo da Selfridges fica o mercado gourmet com muitos produtos deliciosos pra gente trazer na mala e vários corners com opções gostosas para um almoço mais rápido.

cafés e restaurantes em Londres, cafés e restaurantes em Londres, cafés e restaurantes em Londres, cafés e restaurantes em Londres, cafés e restaurantes em Londres, cafés e restaurantes em Londres.

Follow:

Esse guia de museus em NY não tem a pretenção de ser o mais completo mas é uma boa ajuda se você estiver em dúvida de qual museu ou quais museus visitar na cidade.

Todos os museus listados aqui eu já visitei, vou me limitar à eles, claro que a cidade tem dezenas de outros mais.

Minhas dicas gerais para garantir uma visita sem surpresas é verificar nos sites dos museus quais os dias da semana que eles fecham, horários de funcionamento e dias de horário estendido além de muitos oferecerem um dia da semana de entrada gratuita. Indico a compra de ingresso direto no site principalmente para exposições temporárias que costumam ter muitas filas.

The Metropolitan Museum of Art

Talvez o museu mais famoso da cidade, desde 1880 o Met fica na 5a. Avenida em pleno Central Park, o museu é clássico, com um infinidade de salas expositivas consecutivas. Tentar conhece-lo inteiro numa única visita é impossível. Na entrada pegue um mapa e escolha as suas áreas de interesse. As crianças costumam amar a área egípcia com suas múmias e o Templo de Dendur reconstruído dentro do museu e a área medieval. Eu particularmente gosto muito da American Wing, são várias salas que remontam ambientes de casas americanas antigas, com esculturas, pinturas e mobiliário de época. Já a galeria de Modern and Contemporary Art exibe obras de 1900 até os dias atuais, os destaques são os trabalhos dos membros da Escola de Paris, como Balthus, Georges Braque, Henri Matisse, Joan Miró, Amedeo Modigliani, e Pablo Picasso. E no verão aproveite e suba no rooftop para tomar uma taça de vinho e apreciar a vista maravilhosa.

Site:  The Metropolitan Museum of Art

The Metropolitan Museum of Art
Guia de museus em NY
The Metropolitan Museum of Art

The Met Cloisters

The Met Cloisters é dedicado à arte medieval européia e faz parte do conjunto de museus do Metropolitan, fica bem ao norte de Manhattan dentro do Fort Tryon Park no bairro de Washington Hights. O parque é lindo e vale à pena passear por ele também, fica às margens do Rio Hudson. O prédio em si é uma obra de arte. São cinco claustros trazidos da França pelo filantropo John D. Rockefeller Jr. na década de 1930 e reconstruídos de forma a criar um complexo único de jardins medievais de ervas, frutas e flores. No claustro Trie fica o café do museu, aproveite para tomar uma taça de vinho durante a visita. Informação importante, o ingresso comprado em qualquer museu do grupo Metropolitan dá direito à entrada em todos os museus num prazo de três dias portando programe-se para aproveitar esse benefício.

Site: The Met Cloisters

Guia de museus em NY
The Met Cloisters
The Met Cloisters

The Met Breuer

O edifício da Madison Ave foi desde 1966 a casa do Whitney Museum, após a mudança para o Meatpacking District, o Metropolitan assumiu a administração do prédio projetado por Marcel Breuer e em 2016 reabriu as portas após obras de restauração e com um acervo de arte contemporânea invejável. As mostras temporárias são sempre muito boas e vale acessar o site para ver quais são as do momento. No Breuer o ingresso múltiplo também tem validade de 3 dias assim como no Cloisters e Met.

Site: The Met Breuer

Guia de museus em NY
The Met Breuer
The Met Breuer

The Museum of Modern Art – MoMa

Um dos locais mais agradáveis de NY é o jardim interno do MoMa, repleto de esculturas e cadeiras para descansar. Fundado em 1929 o MoMa é focado em arte moderna e contemporânea com um acervo permanente maravilhoso, o acervo de mobiliário e design de objetos é incrível também. As exposições temporárias são sempre ótimas. Ele está passando por uma grande obra e está previsto para Outubro de 2019 a inauguração das novas galerias. Se você quiser uma experiência diferente, reserve um jantar no ótimo restaurante The Modern e peça uma mesa perto do jardim interno. O tíquete de entrada do MoMa dá direito à ingresso ao MoMa PS1 em Long Island também.

Site: The Museum of Modern Art

Guia de museus em NY
MoMa
The Museum of Modern Art – MoMa

Whitney Museum of American Art

O edifício projetado por Renzo Piano no Meatpacking District abriga o Whitney Museum desde 2015, situado entre o Rio Hudson e o High Line Park é uma ótima oportunidade para conhecer o bairro e o museu no mesmo dia. O acervo teve início com Gertrude Vanderbilt Whitney e é exclusivamente de arte americana. Gertrude passou anos colecionando, apoiando e exibindo os novos artistas americanos que não conseguiam espaço em tradicionais galerias de arte. Em 1929 após o Metropolitan recusar a doação desse acervo de cerca de 500 obras, Gertrude decide criar seu próprio museu e o inaugura em 1931.

Site: Whitney Museum of American Art

Guia de museus em NY
Whitney Museum of American Art
Whitney Museum of Amarican Art

Solomon R. Guggenheim Museum

O Guggenheim está na lista dos meus 5 museus preferidos, por algumas razões. Foi projetado por Frank Lloyd Wright que eu amo desde a época da faculdade. Não é um museu enorme, o que torna a visita mais produtiva e menos cansativa. Tem um acervo de grandes artistas com obras importantíssimas e promove exposições temporárias incríveis como a de James Turrel de 2013 e Giacometti que visitei em 2018. Para quem vai visita-lo pela primeira vez vale saber que Frank Lloyd Wright projetou todo um percurso interno para o visitante percorrer o museu inteiro sem se perder, entre no museu, suba pelo elevador até o nível mais alto, comece descer a rampa espiral da grande rotunda central fazendo paradas para visitar as salas adjacentes, quando chegar ao térreo nem terá percebido que visitou um museu inteiro sem se perder nem passar duas vezes pelo mesmo local.

Site: Guggenheim

Guia de museus em NY
Guggenheim Museum
Solomon R. Guggenheim Museum

The Frick Collection

O museu fica na 5th Ave e está instalado na antiga mansão do industrial Henry Clay Frick, faz parte da Gilded Age, a era dourada americana datada de 1870 até início dos anos 1900. O acervo é dedicado às artes decorativas, esculturas e pinturas européias de artistas como Velázquez, Bellini, El Greco, Goya entre outros. Único ponto negativo é que o museu não permite a entrada de crianças menores de 10 anos.

Site: The Frick Collection

Guia de museus em NY
The Frick Collection
The Frick Collection

Cooper Hewitt Smithsonian Design

O Cooper Hewitt é um museu dedicado ao design de arquitetura, objetos, moda, artes gráficas e faz parte da Smithsonian Institution o maior complexo de museus e pesquisas do mundo. O prédio na 5a. Avenida onde está instalado é a antiga mansão de Andrew Carnegie um industrial do aço e filantropo e em 2015 passou por uma grande obra de reforma e restauração. Já falei que amo museus instalados em residências? Além de conhecermos seus acervos temos a oportunidade de conhecer modos de vida de outras épocas. O museu é super interativo, mesas digitais estão espalhadas pelos corredores para que o visitante navegue pelo acervo e encontre muitas informações complementares do acervo exposto.O jardim do museu é lindíssimo e ótimo para descansar e tomar um sorvete no verão.

Site: Cooper Hewitt

Guia de museus em NY
Cooper Hewitt Smithsonian Design
Cooper Hewitt Smithsonian Design

The Jewish Museum

Com um acervo enorme de peças religiosas que contam a história do povo judeu, são documento, fotos e objetos organizados em ordem cronológica. O museu também sempre promove mostras temporárias de vários assuntos, moda, arquitetura, pintura e escultura. No subsolo fica uma filial da famosa delicatessen Russ & Daugthers, meu lugar preferido em NY para comer lox e bagel.

Site: The Jewish Museum

Guia de museus em NY
The Jewish Museum
The Jewish Museum

Neue Galerie

A Neue Galerie é o museu dedicado à arte alemã e austríaca, tem um acervo maravilho de obras de Gustav Klimt além de ser lar da famosa obra Adele Block Bauer que ganhou fama após ter sua história contada no filme A Dama Dourada, lindo por sinal, assistam! Tem também um acervo de artes decorativas muito bom. No térreo fica o maravilhoso Café Sabarsky, aproveite para experimentar as tortas austríacas.

Site: Neue Galerie

Guia de museus em NY
Neue Galerie
Neue Galerie

American Museum of Natural History

Esse dispensa apresentações, o Museu de História Natural é um dos mais famosos de NY, para quem viaja com crianças é uma visita certeira. Minha última vista foi em 2018 e achei que o museu precisa urgentemente passar por uma atualização dos espaços expositivos, várias áreas estão com um aspecto envelhecido e defasado.

Site: American Museum of Natural History

guia de museus em ny
crédito da foto: Patricia Braga – American Museum of Natural History

New Museum

O New Museum, é dedicado à arte contemporânea, para visita-lo indico participar de um dos tours guiados oferecidos gratuitamente aos visitantes. O acervo é dinâmico e sempre muito atual. Aproveite a visita para passear pelo Lower East Side bairro que amo e cheio de cafés, lojas e galerias de arte super interessantes.

Site: New Museum

Guia de museus em NY
New Museum
crédito da foto: New Museum

Brooklyn Museum

O Brooklyn Museum também é daqueles museus enormes e impossíveis conhecer numa única visita. A curadoria de obras contemporâneas é excelente e dinâmica. Uma das áreas que mais gosto fica no quarto andar, trata-se de um conjunto de 23 ambientes de casas americanas perfeitamente decorados, são do século 17 ao 20, é incrível. A galeria de arte feminista é imperdível e necessária nos nossos dias. Aproveite a visita ao museu para conhecer também o Brooklyn Botanical Garden fica ao lado e é maravilhoso principalmente na primavera, a florada das cerejeiras acontece no final do mês de Abril, no site do jardim eles mantém um calendário atualizado com a previsão da florada.

Site: Brooklyn Museum

Guia de museus em NY
Brooklyn Museum
Brooklyn Museum

Museum of the Moving Image

Esse museu pouco explorado pelos brasileiros fica no bairro de Astoria e é rodeado por estúdios de gravação de muitos programas e séries americanas. Ele conta a história do cinema com muita documentação, equipamentos de filmagem antigos e fotos lindas de filmes icônicos. Olhem no site para aproveitar o horário de entrada gratuito, eu sem querer consegui visita-lo gratuitamente.

Site: Museum of the Moving Image

Guia de museus em NY
Museum of the Moving Image
Museum of the Moving Image

Storm King Art Center

O Storm King Art Center não fica em Manhattan mas vale a viagem, ele fica ao norte do estado de NY, uma viagem de cerca de 1:30. O centro de arte é uma grande fazenda transformada em museu à céu aberto. São centenas de esculturas e intervenções artísticas espalhadas por campos verdes. Nunca vi tantas obras de Calder de uma única vez! Pode-se fazer a visita guiada com o transporte do próprio centro, que para em determinados pontos para o visitante descer e explorar melhor as obras, verifique os horários de saída no site.

Site: Storm King Art Center

Guia de museus em NY
Storm King Art Center
Storm King Art Center

Se você gostou desse post leia também as dicas de restaurantes em NYC. Onde comer em NYC e livros.

Tudo para você organizar sua viagem com segurança. |Reserve seu hotel através do Booking
|Importante! Faça seu seguro viagem com a Seguros Promo
|Compare e alugue seu carro na Rent Cars |Chip com internet ilimitada Easysim4u |Ingressos para atrações turísticas no mundo todo Get Your Guide

Follow:

Já adianto, tudo o que eu falar sobre a minha viagem para Maldivas será pouco para descrever os dias de sonho que passei lá.

A República das Maldivas é um arquipélago no Oceano Índico formado por mais de 1.100 ilhas, 203 dessas são habitadas. A moeda local é a rúpia maldivia.

minha viagem para maldivas

Como Chegar

Para quem está no Brasil chegar até as Maldivas é um caminho longo e cansativo, no meu caso pela localização do Six Senses Laamu no Atol Sul, foram 3 vôos e um barco, totalizando 34 horas de deslocamento desde minha casa em São Paulo até o hotel.

Os dois primeiros vôos foram São Paulo – Dubai 18 horas de duração e Dubai – Malé (capital das Maldivas) 5 horas de duração, ambos pela Emirates. O terceiro vôo foi de 50 minutos de Malé – Kadhdhoo (Laamu Atol Sul) com a empresa local Maldivian Airlines. Esses vôos locais costumam ser organizados pelos próprios hotéis.

Na chegada no aeroporto de Malé fomos recebidos por um funcionário do Six Senses que fez todos os trâmites de recolhimento e despacho de nossas bagagens, check-in no vôo local e nos encaminhou para um lounge para aguardar o vôo.

No saguão do aeroporto ficam todos os balcões dos hotéis que oferecem esse serviço, é chegar, achar o seu hotel e eles cuidam de tudo.

Para quem está na Europa diversas cidades contam com vôo direto, Londres, Madrid, Roma, Paris, Moscou, Istambul, Lisboa entre outras.

Informação importante

Maldivas é um país muçulmano onde o consumo e porte de bebida alcoólica é crime. Portanto nem pense em levar garrafas de bebidas em sua bagagem, na entrada do país elas serão confiscadas. O consumo de bebidas alcólicas só é permitido dentro dos hotéis.

A questão fica mais complicada se você resolver sair do hotel levando uma garrafa de bebida na bagagem, por você estar em solo maldivo portando álcool, além de ter a garrafa apreendida você corre o risco de ser preso e não há nada que o hotel possa fazer para te livrar dessa. O meu hotel inclusive deixou uma carta no meu quarto explicando isso na minha última noite lá.

Moeda

A moeda local é a rúpia maldívia, normalmente os turistas que vão exclusivamente para os hotéis não precisam se preocupar em trocar dinheiro. Tudo é pago com cartão de crédito. Agora se você tem a intenção de visitar ilhas com cidades é bom ter algum valor em espécie, no aeroporto de Malé tem casa de câmbio. No geral o dólar é aceito em todos os estabelecimentos.

Visto

Brasileiros não necessitam de visto, basta apresentar passaporte válido por seis meses, comprovante de reserva de hotel e passagem de retorno. O visto para turismo dá direito a 30 dias de permanência no país.

Melhor época para visitar as Maldivas

De uma forma geral o clima é sempre bom nas Maldivas com poucas variações de temperatura pela localização bem na linha do Equador.

A monção de verão vai de maio à outubro com chuvas mais frequentes porém rápidas. A temperatura é sempre alta entre 27 a 32 graus.

A monção de inverno vai de novembro à abril e é a época com menor probalidade de chuvas. Temperaturas de mais amenas entre 25 e 29 graus.

A temperatura da água é sempre morna, entre 27 e 29 graus.

Fui em janeiro, o calor é constante, um único dia ventou um pouco e chovei por 5 minutos, as chuvas são sempre rápidas por lá.

Que tipo de diária comprar

Os hotéis das Maldivas oferecem o full board, pensão completa que inclui café da manhã, almoço e jantar e o half board, meia pensão que pode incluir café da manhã e almoço, almoço e jantar ou café da manhã e jantar que foi a opção que escolhi. O half board tem um valor bem melhor também.

Eu escolhi a opção café da manhã e jantar porque o almoço acaba se fazendo desnecessário. O café da manhã nesses hotéis é enorme e comumente funcionam até o meio dia. A tarde pedíamos alguns aperitivos na piscina ou no nosso bangalô e à noite o jantar. Além do hotel servir sorvetes e chocolates durante todo o dia e gratuitamente.

Aqui abaixo um pouco da variedade dos restaurantes do Six Senses.

Six Senses Laamu Maldivas

Escolhi o Six Senses Laamu por vários motivos, além de ser lindo, com restaurantes muito bem cotados e um spa maravilhoso. O Six Senses é totalmente sustentável, faz reuso de água, tem sua própria usina de dessalinização. Não utiliza plásticos no hotel. Com o lixo orgânico é feita a compostagem para ser utilizado como adubo na própria ilha. O lixo proveniente de vegetação é utilizado para fazer cobertura de proteção do solo. Os quartos são todos projetados para minimizar o uso de ar condicionado. E por fim as áreas de uso comum são todas abertas, super ventiladas e totalmente sem ar condicionado. As opções de acomodação são bangalôs sobre as águas, com e sem piscina. E casas frente ao mar com opções de várias suítes para acomodar famílias.

É importante que a escolha do hotel leve em consideração a variedade e oferta de restaurantes já que é uma viagem onde não temos opção de sair para almoçar ou jantar em outros lugares. Na semana que passamos lá fizemos dois jantares especiais, um na adega com menu harmonizado com vinhos, o sommelier do hotel é ótimo e o churrasco de frutos do mar na praia. Amos devem ser reservados com antecedência.

Outra coisa que deve-se pensar são quais tipos de atividades o hotel oferece e se atendem o que você quer. Tendo isso em mente a escolha do hotel ficará bem mais fácil.

Outro fator que pesou na minha escola foi a qualidade do spa e sala de ginástica (para o Ale) do hotel, a rede Six Senses é baseada no bem estar e seus spas são sempre muito bons em todos os hotéis.

Como nossa viagem era para descansar, o único passeio que fizemos foi passar o dia numa ilha deserta próxima ao hotel, cerca de 15/20 minutos de barco. Esse passeio é pago à parte e inclui almoço e toda estrutura na ilha, inclusive um telefone via satélite para qualquer emergência e kit de primeiros socorros. Tinha até banheiro!!! Foi um dos melhores passeios que já fiz na vida. Veja nas fotos abaixo.

Como organizei a viagem

Quando comecei a pesquisar essa viagem decidi que usaria pela primeira vez os serviços de uma boa agência de viagens, coisa que eu nunca faço, sempre organizo absolutamente tudo sozinha. Escolhi a OWT Boutique Travel para me ajudar.

Eles organizaram absolutamente tudo e eu não tive que me preocupar com nada, deu tão certo que em setembro/2018 fiz nova viagem organizada por eles.

E aqui deixo uma lista de outros hotéis muito bem cotados nas Maldivas. Basta clicar no nome de cada hotel para ser redirecionado às paginas de cada um.

One&Only Reethi Rah

Soneva Fushi

Como Cocoa Island

minha viagem para maldivas

Soneva Jani

minha viagem para maldivas

W Maldives

minha viagem para maldivas

Anantara Dhigu Maldives Resort

minha viagem para maldivas

viagem para maldivas, viagem para maldivas viagem para maldivas viagem para maldivas viagem para maldivas

Follow: