Ufa, finalmente a receita de Pan de Muerto que fiz logo após voltar na minha viajem à Cidade do México. Antes tarde do que nunca né mesmo? Façam aí, é fácil, delícia e nem precisamos de uma data especial para aproveita-la.

O Pan de Muerto é consumido na época das comemorações do Dia de Los Muertos que acontecem de 30 de Outubro a 2 de novembro. Nessa data os mexicanos celebram seus entes queridos montando altares super coloridos e fazendo as comidas preferidas do morto em questão. Acredita-se que é nessa época que os mortos voltam para visitar seus familiares.

As celebrações remontam os povos mesoamericanos muito antes da colonização espanhola católica. A data é tão importante que em 2003 o Dia de Los Muertos foi declarado Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco.

pan de muerto ingredientes

Ingredientes pra a massa

250 gr de farinha de trigo, + 2 colheres de sopa para desgrudar a massa.

60 gr de açúcar.

5 gr de sal.

6 gr de fermento biológico seco. Aquele fermento de saquinho para pão.

50 gr de manteiga em cubos, temperara ambiente para a massa.

2 ovos

1 gema de ovo para pincelar os pães antes de assar.

25 ml de leite.

Raspas de uma casca de limão.

1 colher se café de essência de baunilha.

Ingredientes para finalizar.

25 gr de manteiga derretida para pincelar os pães depois de assados.

50 gr de açúcar cristal para polvilhar os pão depois de assados.

 

Modo de Preparo

Numa superfície plana, misture a farinha, o fermento, o açúcar, abra uma cova no centro e acrescente os ovos e a manteiga. Vá misturando os ingredientes.

Agregue o extrato de baunilha e as raspas de limão, misture até obter uma massa homogênea que desgrude das mãos, se houver necessidade pode acrescentar até 2 colheres de farinha para massa desgrudar das mãos. Deixe a massa crescer coberta com um pano até dobrar de tamanho.

Divida a massa em 5 porções, molde 4 pães, coloque em forma untada com manteiga. Com a última poção molde os ossinhos que enfeitarão os 4 pães. Deixe crescer novamente por 15 minutos.

Para assar pincele uma gema de ovo sobre os pães. Asse por 25 a 30 minutos em forno médio. Retire do forno, com eles mornos ainda pincele manteiga derretida e polvilhe açúcar cristal. Eles podem ser comidos puros ou recheados com doce de leite.

Os lindos altares que encontrei por lá

E aqui o vídeo com algumas dicas da receita

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Eu amo museus casas, amo num nível “quero viver pra sempre dentro deles”. Posto isso, no meu primeiro dia de passeios na Cidade do México foram três museus/casas and um drink para terminar a maratona num restaurante instalado onde? Sim, numa antiga residência familiar. Como eu só tive dois dias e meio na cidade condensei os passeios mas se você tiver mais tempo pode dividir em vários dias. Arriba, arriba, vem comigo conhece-los.

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1. Museo Frida Kahlo.

Dizem que o pai da Frida, Carl Wilhelm Kahlo ou Guilhermo Kahlo como era conhecido, foi um cara muito gente boa, fotógrafo, pintor nas horas vagas, à frente de seu tempo. Era dele a Casa Azul que Frida nasceu, viveu a maior parte da vida e morreu. A casa é um exemplar típico do colonial espanhol misturado ao estilo mexicano, com jardins e pátios internos, que só são descobertos após cruzarmos a pequena entrada. É meio mágico, a gente entra na casa para sair nos jardins.

Todos os cômodos tem portas que se abrem para eles. Os ambientes mantém o mobiliário da época, a cozinha e sala de jantar são um encanto. Roupas da Frida, objetos pessoais e seu material de pintura e desenhos estão espalhados por toda a casa além de várias obras da artista. Fiquei uma hora só curtindo o jardim, que tem um pequeno e gostoso café e a loja do museu.

Algumas informações práticas. É necessário comprar as entradas antecipadamente no site do museu, clica ali no nome dele que você será redirecionado, a fila para quem não tem ingresso é gigantesca não importa o dia nem o horário, é sempre um sufoco entrar sem compra antecipada. Com seu ingresso impresso em mãos é só chegar no horário marcado e entrar direto até a catraca, não precisa pegar a fila.

Depois do Museu Frida Kahlo fui para a Casa Léon Trotsky…

2. Casa Trotsky.

A Casa de Léon Trotsky fica só a algumas quadras da Casa Azul então é legal combinar esses dois passeios. Trotsky, sua esposa Natalia Sedova e netos vieram exilados para o México e passaram algum tempo hospedados na casa de Frida. Quando Diego Rivera marido de Frida descobriu que o comunista estava de caso com ela o tempo fechou geral e a trupe teve que procurar outro local para morar. (Desculpem o momento fofoca mundana)

A casa é pequena com um jardim bem grande e para os desavisados pode parecer meio abandonada mas não é bem assim. Ela conserva todo o mobiliário original, objetos pessoais, até a roupa de cama. As marcas dos tiros de um dos atentados que Trotsky sofreu também estão ali. As portas blindadas, as janelas com barras de ferro e as sentinelas construídas no telhado nos dão o retrato fiel do pequeno bunker que a casa de tornou e como seus moradores viviam.

No jardim fica o memorial onde as cinzas de Trotsky e Natalia estão enterrados sob a foice e o martelo e a bandeira vermelha. Achei poético, achei comunista de raiz. No prédio onde fica a entrada do museu ficam expostas fotos, documentos e mais objetos, bem interessante.

A visita é rápida, eu fiquei 1:30 h mais ou menos e não precisa comprar ingresso antecipado.

Bonus Track: Após essas duas visitas parei para almoçar e conhecer o Mercado Coyoacán, sugiro que façam o mesmo, falei com detalhes nesse post: 3 LUGARES PARA COMER BEM E BARATO NA CIDADE DO MÉXICO

Tem fôlego ainda? Então vem comigo conhecer a casa do Diego…

3. Casa Museo Estudio Diego Rivera e Frida Kahlo.

Na verdade são três magnificas casas modernistas em um grande terreno, o projeto é do arquiteto Juan O’Gorman, conhecedor da vanguarda européia e Le Corbusier. As casas tem pilotis, grandes planos de vidro, lajes planas, concreto armado, enfim um beleza modernista no centro de um bairro tradicional mexicano o San Ángel.

Juan que era amigo de adolescência de Frida, primeiro construiu a própria casa no terreno. Com segundas intenções convidou Diego para conhece-la e ofereceu o projeto de um estúdio casa para o casal, cobrando apenas o valor do terreno. Diego aceitou e assim foram construídas as duas outras casas, a pequena casa azul de Frida e a casa de Diego interligadas por uma passarela suspensa.

O acervo é bem completo e sempre há mostras temporárias interessantes como o de artefatos pré-hispânicos que vi. A sala estúdio de Diego é um desbunde com uma imensa parede de vidro que trás um luz incrível para o ambiente.

Para esse museu também não há necessidade de compra antecipada de ingressos.

Mais um momento fofoca. Frida viveu nessa casa até descobrir que Diego mantinha um caso com sua irmã. Frida catou as trouxas e voltou para a grande casa azul de Coyoacán, seu pai ainda era vivo na época e a acolheu.

Chegaram até aqui? Parabéns!!

Bônus Track: Ao lado da casa de Diego fica o Restaurante San Angel Inn  . A casa em estilo colonial mexicano foi sede uma antiga fazenda produtora de pulque, um convento carmelita, um hotel e desde 1963 é um restaurante bem tradicional da cidade. Aproveite e entre para conhecer os jardins lindos da propriedade e tomar um drink num dos sofás instalados ao redor no pátio central e observar um pouco o modo de vida do mexicano. Na minha próxima vez vou almoçar nele.

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Fui ao México semana passada no esquema vapt vupt correria total, apenas dois dias e meio na Cidade do México mas deu para trazer algumas dicas úteis e ter uma ideia geral da cidade para quando voltar com mais tempo.

Vou deixar aqui dicas de três lugares que comi e que valem a pena pelo ótimo preço e pela qualidade.

1- Mercado de Coyoacán.

O Mercado me surpreendeu, é limpo, organizado, com muitas opções de barracas de comida, frutas, produtos típicos e souvenir. Lá pude conhecer frutas típicas da região além de provar as famosas Tostadas que são tortillas fritas em azeite, elas ficam super crocantes, cobertas com diversos recheios à escolha do cliente, tem ceviche de peixe, polvo, camarões, mole de frango, carne de porco, sempre com uma camada generosa de guacamole e muito chilli para acompanhar. As tostadas custam de $25 a $40 pesos cada dependendo do recheio. As melhores barracas para comer são as localizadas no centro do mercado. Meu almoço inteiro saiu por $65 pesos algo em torno a $3,5 dólares uma barbada.

2- El Bajio

Quer comer comida mexicana de verdade, no bairro caro da cidade, num restaurante bonito e com atendimento ótimo? O El Bajio cumpre muito bem todos esses itens. Fui na unidade de Polanco, os “Jardins” da Cidade do México. A casa está recém reformada e linda. Pedimos várias porções para poder experimentar um pouco de tudo. Não se assustem ao entrar no site do restaurante, é simples e não reflete a qualidade do lugar mas para vocês pesquisarem os outros endereços vale. A conta para duas pessoas (3 pessoas comeriam tranqüilamente) com 6 porções diversas, 1 sobremesa grande que dividimos, água e café saiu por $700 pesos, algo como $35 dólares.

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3- Garabatos

Também fui na unidade de Polanco, localizada na Avenida Presidente Masaryk, a chique do bairro. Vejam no site as demais unidades, tem por vários bairros. O menu é ótimo com opções desde o café da manhã até o jantar, pães, doces, saladas, sanduíches, pratos mexicanos, grelhados com salada, sopas, enfim uma ótima opção para quem quiser variar o menu, para crianças e aqueles que querem um café da manhã ao meio dia por exemplo. O Pan de Muerto, pão tradicional das celebrações do Dia de Los Muertos,  recheado de creme foi o mais gostoso que provei na viagem. O lugar é moderno, serviço atencioso e preço justo. Gastamos $400 pesos, algo como $20 dólares.

 

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